A Rajada nasceu de um problema simples: tem banda nova demais e ninguém garimpando. Somos uma curadoria de bandas iniciantes e amadoras, editorial e humana.
O problema
Muita música, pouca descoberta.
Bandas iniciantes e amadoras têm dificuldade para ganhar visibilidade. Ficam sem público e se perdem no volume gigante de lançamentos. Enquanto algoritmos e virais favorecem quem já é conhecido, quem quer descobrir gente nova passa horas garimpando no YouTube e nas redes.
A oportunidade
Curadoria humana, toda semana.
A Rajada garimpa e destaca bandas amadoras promissoras. Com “rajadas” semanais de nomes já filtrados, o público descobre talento sem perder tempo e quem está começando ganha o primeiro palco digital.
O que a pesquisa mostrou
Desk research · TP1
8,2 mi
artistas lançam música por conta própria no mundo. A oferta é gigante e a descoberta sofre.
Fonte: Madverse, 2026
30–40%
da música gravada entre 2020 e 2025 foi feita de forma independente, fora das grandes gravadoras.
Fonte: IFPI / Orphiq, 2026
84%
das entradas no Billboard Global 200 de 2024 viralizaram antes no TikTok. Quem fica fora desse ciclo some.
Fonte: Madverse, 2026
“A gente grava nosso ensaio e posta, na íntegra, mas ninguém de fora escuta.” — vocalista de banda amadora, 20 anos
Como funciona
01 · Garimpo
A curadoria escuta as demos enviadas e procura banda nova em casa de show, rede e ensaio aberto.
02 · Seleção
Seis bandas por semana, de gêneros diferentes. O critério é potencial, não número de seguidores.
03 · Rajada
Toda quinta a seleção vai ao ar. Você ouve, salva, segue e manda pro grupo.
A identidade visual da Rajada parte de estampas têxteis: xadrez, chevron, losango, listra e pied-de-poule. Cada banda é um retalho diferente, e a curadoria é a costura. A paleta mistura o escuro do palco (Loom Slate) com o linho claro (Soft Linen), o coral quente (Spun Coral) e o azul de contraste (Weave Blue). Os títulos usam Fraunces, uma serifada com personalidade, e o texto corrido usa Almarai, limpa e legível.